Continuidade do negócio no pós-covid: como beneficiar da tecnologia?

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Continuidade do negócio no pós-covid: como beneficiar da tecnologia?

Continuidade do negócio no pós-covid: como beneficiar da tecnologia?

Conseguir vislumbrar os riscos para o negócio de forma a poder reagir rapidamente ou, idealmente, até os antecipar. Esta deve ser a grande prioridade dos líderes das organizações, de preferência, usando a tecnologia como principal aliado.

 

O plano de continuidade do negócio define quais os procedimentos a implementar para que uma organização se mantenha operacional perante uma situação imprevista. Significa conseguir lidar com o imponderável, reinventar-se com agilidade ou saber como enfrentar problemas e crises de “última hora”. Na verdade, é a capacidade dos líderes da organização interpretarem os fatores socioeconómicos a cada momento e, a partir daí, definir os objetivos intrínsecos à sua organização, bem como as iniciativas e ações a implementar.

 

Neste momento, não há que ter dúvidas: a economia mundial passa por uma convulsão em termos de saúde pública que se está a refletir na evolução económica e nos modelos organizacionais.

 

Continuidade do negócio no novo normal

 

Até há pouco tempo, “transformação digital” era a palavra-chave do momento e olhada pelas organizações como a fórmula para um crescimento sustentável. Muitas organizações pensavam que teriam muito tempo para implementar as suas iniciativas de transformação, mas a pandemia veio acelerar e obrigar as organizações a transformarem-se em tempo record.

 

Numa altura em que as organizações preparam o pós-pandemia, as incertezas e os desafios permanecem. No entanto, já é possível antever que o trabalho remoto, altamente suportado em meios tecnológicos, parece uma opção que irá perdurar, com ou sem pandemia.

 

As organizações irão adaptar modelos híbridos de organização laboral e a tecnologia será a chave para o sucesso desse processo, garantindo a segurança, a proteção dos dados e o mesmo envolvimento e desempenho conseguidos através do trabalho presencial.

 

O futuro das empresas

 

E como será o futuro para as organizações? Não será fácil encontrar um consenso, mas vários especialistas já partilharam alguns caminhos possíveis.

 

Uma das estratégias mais consensuais passa pela capacidade de assegurar a criação de um plano de continuidade do negócio que tenha em conta aspetos fundamentais como a aptidão de avaliar pormenorizadamente o ambiente no qual a empresa se movimenta e prever, com a (in)certeza possível, o que poderá estar para vir.

 

Determinar como a crise provocada pela covid-19 afeta os orçamentos e planos de negócio é também uma mais-valia, sendo que as empresas vão querer testar os planos financeiros em vários cenários para compreender o impacto potencial no desempenho económico e avaliar a duração desse impacto. Diz a EY que “quando o negócio for significativamente impactado, as empresas vão ter de considerar requisitos operacionais mínimos, incluindo as principais dependências da força de trabalho, fornecedores, localização e tecnologia”.

 

Material informático portátil e replicável, transferência de aplicações e ambientes de execução para a cloud e plataformas que melhorem o trabalho em qualquer lugar vão proporcionar manter os níveis de produtividade a partir de qualquer lugar.

 

Por outro lado, o desenvolvimento de novas soluções digitais de baixo custo, acessíveis a partir de qualquer dispositivo e que proporcionem uma ótima experiência de utilização e a integração de sistemas são opções que permitem às empresas assegurar a continuidade do seu negócio hoje e no pós-pandemia.

 

Por último, deverá ser trabalhada a resiliência. Quando a pandemia for controlada, será importante rever e renovar os planos de continuidade do negócio. As organizações devem avaliar o seu funcionamento, identificar deficiências e apontar as suas causas. O passo seguinte poderá passar pela implementação de novas diretrizes internas baseadas nas lições aprendidas, num maior suporte tecnológico ou em planos de contingência sólidos e capazes de prover maior resiliência para responder a crises futuras.

 

 

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