6 tendências para o desenvolvimento web

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6 tendências para o desenvolvimento web

6 tendências para o desenvolvimento web

 

O desenvolvimento web, a par de outras áreas tecnológicas, está em constante evolução. As aplicações que usamos hoje são muito diferentes daquelas que usávamos há 3 ou 4 anos, já para não mencionar o facto das formas de acesso à informação digital se terem alterado drasticamente. Agora, são os dispositivos móveis a serem a opção preferida para aceder à informação.

 

A maior parte das aplicações que utilizamos é o resultado de tendências de implementação e usabilidade que eram o padrão na altura em que a aplicação/sistema foi disponibilizada aos utilizadores. Alguns padrões repetem-se ao longo dos anos, especialmente no que respeita a padrões de usabilidade, por exemplo o logo de uma aplicação funcionar como link para a home do site ou dashboard da aplicação. No entanto, a nível tecnológico, a evolução é muito mais visível e compreende-se que as tecnologias utilizadas há alguns anos, já não serão as mais utilizadas hoje em dia, ora porque não permitem tão bom desempenho da aplicação, ora porque o tempo para a implementação é mais longo.

 

Atualmente, é possível identificar algumas tendências do desenvolvimento Web que ajudam a endereçar problemas atuais ou que permitem que os utilizadores tenham uma melhor experiência de utilização. Fazemos um resumo daquelas que acreditamos que deverão ser consideradas em qualquer projeto tecnológico atual.

 

1. JavaScript, a tecnologia rainha

 

A linguagem de programação JavaScript é, atualmente, uma das tecnologias mais populares para desenvolvimento web. A razão é simples: existem inúmeras ferramentas web, tanto para front end, como para back end, logo a linguagem é usada em muitos projetos tecnológicos.

 

Esta popularidade é benéfica para a evolução dessas ferramentas, muitas delas open source, que usufruem da experiência e contributo dos seus utilizadores. A framework Lightweightform, criada para ajudar a implementar formulários complexos, é um desses exemplos. Estas frameworks têm em comum o facto de serem flexíveis e fáceis de integrar com outras linguagens.

 

2. Dispositivos móveis acima de tudo

 

Esta tendência já não é nova, aliás tem sido persistente nos últimos anos. A verdade é que, em Outubro de 2018, o número de utilizadores mundiais que apenas usava um dispositivo móvel para aceder à Internet já ultrapassava os 5 biliões.

 

Assim, já não se trate de adequar a aplicação aos dispositivos móveis, mas sim de pensar “mobile first”. Se tal não acontecer, uma parte considerável da audiência poderá não aceder à aplicação e isso é algo que nenhum negócio, de forma consciente, pode deixar que aconteça.

 

Atualmente há muitas possibilidades para a criação de apps: desenvolvimento nativo, apps híbridas ou Progressive Web Apps (PWA). Na hora de escolher, importa perceber os objetivos da aplicação e como os utilizadores se vão relacionar com a aplicação.

 

3. Progressive Web Apps

 

Podemos dizer que as Progressive Web Apps (PWAs) são web apps que funcionam de forma similar às aplicações nativas.

 

As PWAs estão a transformar a forma como se desenvolvem aplicações, porque permitem ao utilizador ter uma experiência semelhante a uma aplicação nativa através de uma aplicação web. Além disso, permitem ganhos no desempenho da aplicação. Como? Um exemplo é o site da Forbes. Este site, conhecido pela sua lentidão e inúmeros anúncios, adotou a abordagem PWA para melhorar a performance do site nos dispositivos móveis. Agora é apresentado em 0.8 segundos, ao contrário dos 3-12 segundos do site anterior.

 

Mas há outras vantagens a ter em conta: as PWAs funcionam em modo offline, permitem a instalação sem passar por loja e é possível enviar notificações push para utilizadores.

 

4. Aplicações de uma única página

 

Embora os sites com várias páginas sejam bastante populares, muitos deles estão a ser reformulados para aplicações de uma única página. Estas aplicações interagem com o utilizador de forma dinâmica, ao invés de carregar várias páginas a partir do servidor. Esta abordagem evita as interrupções entre páginas, assemelhando-se a uma aplicação e menos a um site. A navegação é mais confortável, simples e rápida sem menus complicados (os menus de hambúrguer são os mais usuais).

 

No entanto, as aplicações de várias páginas não vão acabar tão cedo! Muitos negócios necessitam de aplicações de várias páginas, por exemplo lojas-online. As aplicações de muitas páginas continuam também a ser a opção preferida das organizações que optam por apostar no posicionamento da marca nos motores de pesquisa, já que o volume e qualidade do conteúdo é valorizado pelos motores de pesquisa.

 

5. Chatbots

 

Os chatbots têm sofrido várias evoluções ao longo dos últimos anos e já conseguem simular a interação humana quase na perfeição. Grande parte das empresas e lojas online já utiliza este serviço, disponibilizando o serviço de apoio ao cliente de forma contínua.

 

Os chatbots estão a evitar que as equipas de apoio ao cliente gastem horas a responder às mesmas questões dos clientes e passem a responder a questões mais complexas que o chatbot não consegue responder.

 

6. Cibersegurança

 

Hoje em dia, uma das maiores ameaças ao funcionamento de qualquer organização são as ameaças e os acessos indevidos aos dados. A maior parte das organizações está a investir em aplicações mais seguras e em melhorar a sua infraestrutura tecnológica para impedir ataques cibernéticos que podem colocar em risco a informação e até o funcionamento da organização.

 

Como é previsível, o desenvolvimento web está sempre em transformação e nem sempre essa evolução se faz com tecnologias emergentes. Muitas vezes resulta de um amadurecimento das tecnologias, como é o caso das PWAs, que surgiram em 2015, mas só agora estão a ter uma utilização expressiva. É importante que a cada nova aplicação que a organização precisa de desenvolver, seja feita uma avaliação para garantir que a nova aplicação irá corresponder às expetativas dos utilizadores e dos seus hábitos.

 

 

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